Neste tempo-espaço, uma porta se abre e vislumbramos o homem no seu mais íntimo e intenso momento de criação, aquele instante de alquimia em que, “com uma abertura tão completa do corpo e da alma”, se revela algo que diz respeito à condição humana – a eterna busca para entender o sentido das coisas e da existência. Uma condição que para Kafka se resumia no incômodo de não se sentir à vontade na própria pele, a identidade fragmentada se chocando com o mundo ao redor ea sensação de ser encurralado frente à sociedade contemporânea. Numa mistura de situações trágico-patéticas e de humor negro, o espetáculo mostra uma trama construída de fragmentos de textos de Kafka e também do próprio ator, além de uma rica linguagem visual onde partes da obra do escritor se traduzem em imagens teatrais. Imagens: Pedro de Freitas Edição: Eduardo Albergaria

Foram convidados artistas que atuam com meios e universos diferenciados, como a tatuagem, a ilustração, o design, a gravura, a multimídia, a cenografia, o graffiti ea escultura, entre outros. Serão exibidas obras de 18 nomes da arte urbana: Ausent, Baycroc, Bolacha, Café, cinico, Cisma, Dose, Kees, Leonardo de Curitiba, Momys, Noodle, PauloAuma, Porquê, Semsau, Thiago Syen, Tri, Valdecimples e Veio. O ponto comum entre eles é a intensa experiência com a intervenção urbana, o seu diálogo íntimo e cúmplice com a cidade ea absoluta liberdade de ação e de manifestação que essa arte oferece, e que contribui para que sua expressão seja carregada de força e significado. Sua autenticidade, coragem, espírito crítico e, sobretudo, sua absoluta sinceridade no trato com a sociedade e com o suporte da sua arte podem ser reconhecidos também quando se relacionam com ambientes como a Galeria. Trazem formas de expressão e de criação que, sem dúvida, amalgamam toda a sua experiência de vida e revelam faces do processo expressivo e criativo de cada um. As inquietações e contradições percebidas na sociedade contemporânea inspiraram a curadora na criação do espaço da exposição. A arte, nesse contexto, é, simultaneamente, agente da liberdade e da provocação, pois não apenas retrata, mas “grita” os problemas, exprime o universo mais pessoal do sujeito pós-moderno e exige respostas e tomadas de posição. Não se encontram mais explicações prontas para solucionar os mais profundos e sérios dramas e …
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Parabéns a todos!!
grande abraço!!!!!!!!